terça-feira, 27 de abril de 2010

Uma lágrima na areia, um passado no baú










Esperei até madrugada seu telefonema, perdi a esperança e fiquei na espera de pelo menos um torpedo de FELIZ ANIVERSÁRIO, mas não, nem um telefonema, nem um e-mail e nem um torpedo, NADA!

Você não foi na minha festa e no dia seguinte, agiu normalmente como se nada tivesse acontecido, eu NÃO SOU UMA ROBÔ!

Eu tenho sentimento, robô não tem, robô não ri, não chora, não se diverte, não sente dor, não sente tristeza, mas eu?? EU SINTO, porque eu não sou MECÂNICA, sou de CARNE E OSSO, como você, mas você parece ser um ROBÔ!

Ah, se você fosse tudo aquilo que o “artista pintou” nada seria como está agora, tudo daria certo, e garanto que amigo que é amigo, não esquece do aniversário dos outros ‘‘amigos’’, eu garanto que iria te desejar um feliz aniversário, iria te mandar um e-mail, um torpedo, te ligar e ir em sua festa, mas pensei que tinha amigos, e percebi que não tenho, pensei que tinha com quem compartilhar minhas alegrias e tristezas mas NÃO TENHO, eu estou SÓ! E nem nada nem ninguém, poderá aliviar essa tristeza que sinto por você! Nós éramos mais que amigos, éramos irmãos, mas percebi que nada passou de uma lágrima na areia, mas...


...Quem vive de passado é museu, não eu!

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